Nesta semana que passou, o Serra acabou perdendo a queda de braço para o "Alquimista" como o Vladimir gosta de chamar o governador de SP. Não poderia ser pior. Tá que o Serra, mesmo teno uma visão economica um pouco diferente, dificilmente mudaria alguma coisa significativa na nossa política econômica, mas seria mais fácil engolir ele do que o Alckmin. A equipe econômica dele é um desastre. Um dos membros dela acha que seria uma boa idéia disvincular os pagamentos previdenciários do salário mínimo, só pra se ter uma idéia. Ao contrário do Palloci e cia., o pessoal do Alckmin tem ideias próprias, mas ainda mais "neoliberais" que as da equipe de Lula. Ou seja, agora temos que saber qual o menos pior dos dois. Assim vou para a Suécia, Canadá, por aqui o futuro já era. Virou passado. Passado para trás.
Enquanto isso, o núcleo de jornalismo da Rede Globo mostra a sua tradicional "imparcialidade" com o ataque aos campos de pesquisa da Aracruz no sul do país. Falam da destruição de uma grande pesquisa, mostram a pesquisadora chefe chorando as mágoas de seu projeto destruido por um bando de mulheres ligadas ao MST. Mas nem sequer tocam no assunto do "por que?". Para a Ilha da Fantasia, o núcleo de jornalismo da Rede Globo, as camponesas são bárbaros destruidores da civilização movidas pelo capricho de sua bestailidade. Nem se importam em mencionar a concentração de terras que a empresa promove para expandir suas florestas de eucaliptos, pulverizando os empregos no campo, onde os camponeses que trabalhavam nas fazendas perdem os empregos para as arvores de pouco manejo, e, portanto, pouco emprego. Também nem sequer falam da destruição de uma aldeia guarani no ES, estopim do ataque. A Veja, que gosta de ver as coisas a sua maneira, comparou o ataque a destruição de livros considerados subversivos na época do nazismo da Alemannha de Hitler. A imprensa daqui é assim mesmo, adora escrever sua própria história.
Este país não é trabalho para políticos, é para São Expedito ou São Judas Tadeu. É uma causa urgente e impossível.
Enquanto isso, o núcleo de jornalismo da Rede Globo mostra a sua tradicional "imparcialidade" com o ataque aos campos de pesquisa da Aracruz no sul do país. Falam da destruição de uma grande pesquisa, mostram a pesquisadora chefe chorando as mágoas de seu projeto destruido por um bando de mulheres ligadas ao MST. Mas nem sequer tocam no assunto do "por que?". Para a Ilha da Fantasia, o núcleo de jornalismo da Rede Globo, as camponesas são bárbaros destruidores da civilização movidas pelo capricho de sua bestailidade. Nem se importam em mencionar a concentração de terras que a empresa promove para expandir suas florestas de eucaliptos, pulverizando os empregos no campo, onde os camponeses que trabalhavam nas fazendas perdem os empregos para as arvores de pouco manejo, e, portanto, pouco emprego. Também nem sequer falam da destruição de uma aldeia guarani no ES, estopim do ataque. A Veja, que gosta de ver as coisas a sua maneira, comparou o ataque a destruição de livros considerados subversivos na época do nazismo da Alemannha de Hitler. A imprensa daqui é assim mesmo, adora escrever sua própria história.
Este país não é trabalho para políticos, é para São Expedito ou São Judas Tadeu. É uma causa urgente e impossível.
